UNINORTE participa do lançamento da obra “A Participação da Defensoria Pública na COP30”
Quinta-feira, 11 de Junho de 2026 às 16h44A obra foi apresentada em Manaus, destacando a justiça socioambiental e o papel da Amazônia no debate climático global
Em um evento de grande relevância para os cenários jurídico e ambiental, Manaus sediou, no dia 09 de junho, o lançamento da obra coletiva “A Participação da Defensoria Pública na COP30”. A cerimônia foi realizada no emblemático Museu da Amazônia (Musa), marcando um passo significativo na preparação para a Conferência das Partes (COP30), que ocorrerá em Belém, no Pará.
A UNINORTE, reconhecendo a importância estratégica deste debate, marcou presença no lançamento por meio da diretora do campus Zona Leste, Pamella Felisberto. A participação da Instituição de Ensino Superior reforçou o elo entre a academia e as discussões que moldarão o futuro da Amazônia e do planeta.
“A participação da UNINORTE neste lançamento é fundamental, pois reafirma nosso compromisso acadêmico com as questões amazônicas e a justiça social. Esta obra não é apenas um registro jurídico, mas um guia para a proteção das nossas populações mais vulneráveis diante dos desafios climáticos. Como Instituição de Ensino Superior, temos o dever de estar ao lado da Defensoria Pública nesta jornada, integrando o conhecimento acadêmico às práticas de defesa dos direitos humanos e ambientais”, declarou Pamella.
A publicação é uma iniciativa do Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege) e reuniu um conjunto valioso de reflexões e experiências das Defensorias Públicas de seis estados brasileiros, com destaque para a contribuição do Amazonas. Durante o evento, foi lida a Carta da Defensoria Pública por Justiça Socioambiental e Climática, reforçando o compromisso com a defesa dos direitos das populações mais vulneráveis diante dos impactos das mudanças climáticas.
Entre os principais destaques da contribuição amazonense na obra estão temas cruciais, como a justiça climática, a assistência jurídica a populações vulneráveis e ribeirinhas e o inovador projeto de regularização fundiária, conhecido como Cinturão Verde. Essas iniciativas demonstram o engajamento da Defensoria Pública do Amazonas na proteção do meio ambiente e na garantia dos direitos de comunidades que vivem em estreita relação com a floresta.